A caminho da reconstrução

Mais um ciclo se inicia e nessa temporada Seattle terá que fazer movimentos calculados. Com Cap space apertado e com 8 escolhas no draft, sendo que não terá escolhas de 2ª e 3ª rodadas, a franquia do General Manager John Schneider terá que se movimentar em nesta offseason.

 

Planejamento

Seattle terá que fazer alguns movimentos em questões financeiras, visando não somente a melhoria do cap space atual, mas a saúde financeira da franquia nas próximas temporadas. Há alguns dias, tenho calculado e estudado certos contratos de peças importantes da franquia e tentando visualizar as melhores maneiras de abrir espaço no Cap atual e fazer a manutenção de contratos de jogadores importantes para o time.

Obs: Esses contratos são sugestivos e não quer dizer que irão acontecer exatamente como neste artigo, pois lembrando, somos apenas admiradores do esporte e não economistas esportivos.

 

Russell Wilson:

Wilson é claramente um dos principais pilares da franquia atualmente, se não o principal. O jogador assinou um contrato de 4 anos no valor de U$ 87M em 2015. Claramente Wilson hoje é um dos top-5 QBs da NFL e seu APY de aproximadamente U$ 23,5M é bem abaixo do número de QBs bem inferiores, como Matthew Stafford e Jimmy Garoppolo (U$ 27M e U$27,5M respectivamente). Wilson tem um cap hit de U$ 23,7M em 2018 e esse número bem alto pode ser amenizado com uma renovação.

Isso mesmo, como já havia citado em outro momento, Wilson recebeu nada mais do que um contrato transitório e que era relativamente relevante na época em que foi assinado, mas hoje, Wilson é a coluna desse time, como bem pudemos perceber em 2017. Com apenas 1 ano de contrato restante, nossa QB merece uma melhor valorização.

– Estruturação:

Antes que o Packers se movimente e dê um contrato estratosférico para Aaron Rodgers, Seattle pode amenizar todos os seus problemas e valorizar seu Franchise QB.

Uma renovação de 6 anos é bem razoável e manteria o jogador como peça central da franquia. Wilson tem cap hit de U$ 23,7M e isso pode ser diminuído com essa renovação, ficando assim:

Valor de contrato: U$ 168M

Valor Garantido: U$95M

Bônus de assinatura: U$35M

Média de salario anual: U$28M

Paguem o que ele pedir, hoje é fundamental na franquia e chegamos a 9 vitórias muito por conta de seu desempenho individual. Esse novo contrato também amenizaria 5M no cap hit atual de Wilson, com cap Hit de 18,4M.

 

Earl Thomas:

Thomas deixou claro durante o Pro Bowl que não está satisfeito com a sua situação atual de contrato. O jogador que hoje ao lado de Harrison Smith são de longe os melhores Safeties da liga, acha, corretamente, que merece um contrato que dê maior valorização ao seu desempenho dentro de campo.

Thomas está no último ano de contrato com um cap hit de U$ 10,4M. A renovação de Thomas, não só ajudaria a manter o jogador, como serviria para abrir ainda mais espaço no cap, fazendo com que a franquia possa ir a free agency e consiga uma ou outra boa peça.

Estruturação:

Hoje o maior contrato da posição pertence a Eric Berry. O jogador do Chiefs tem um contrato de U$ 13M e não é por menos, Thomas quer um contrato maior que este.

Um contrato de 5 anos é mais do que suficiente para dar tempo para a transição que a franquia deve passar nos próximos anos, sem deixar de ser competitiva. Assim como o contrato do Wilson, procurei diminuir o cap hit do contrato de Earl Thomas, economizando U$ 1,4M.

Valor de contrato: U$ 68M

Valor Garantido: U$42,6M

Bônus de assinatura: U$22M

Média de salario anual: U$13,6M

Earl Thomas foi um dos principais fatores para a queda de rendimento da secundária em 2016 e quando esteve ausente em 2017, sua presença foi sentida. É um jogador de grande impacto e este novo contrato vai possibilitar a economia de U$ 1,4M no próximo ano.

 

Sheldon Richardson:

O jogador que veio em uma troca com o Jets, estava em seu último ano de contrato. Richardson apesar de aparecer em bons momentos temporada passada, deixou a desejar no que a franquia mais queria dele, pressão no interior da linha. O jogador que forçou 4 ou 5 turnovers, foi apenas o 4º colocado em pressões no roster do Seahawks, atrás de Bennett (38,5), Frank Clark (26,5) e Jarran Reed (18.5). Sheldon teve apenas 16 pressões ao QB adversário e a principal função que se esperava dele, não ocorreu.

Um contrato tipo “One year to prove”, parece a melhor decisão no momento, ou então um contrato não tão longo e com valores dentro do orçamento devem ser as opções primárias.

 

  • A primeira hipótese seria um contrato de 1 ano.

Valor de contrato: U$ 10M

Valor Garantido: U$7,5M

Bônus de assinatura: U$7,5M

Média de salário anual: U$10M

  • A segunda hipótese seria um contrato de 3 anos com valor não tão estratosféricos.

Valor de contrato: U$ 37,5M

Valor Garantido: U$18,5M

Bônus de assinatura: U$9M

Média de salário anual: U$12,5M

 

Sheldon tem a possibilidade de conseguir um contrato maior na free agency ou acabar sendo desvalorizado. Seattle deve estar ciente de cada movimento a tomar. Para o jogador a melhor opção seria o contrato de um ano, já que ele está se adaptando ao esquema e poderia conseguir um contrato bem gordo ano que vem se conseguir progredir. Caso não consiga o contrato de U$ 12,5M é equiparado ao de Linval Joseph, que tem produzido bem mais que Richardson.

 

Bradley McDougald:

McDougald foi uma grata surpresa na temporada passada. O jogador entrou muito bem quando foi necessário e a renovação do jogador seria muito bem-vinda, ainda mais com a incógnita sobre a saúde de Kam Chancellor.

Dois anos de contrato e um valor médio seriam bem interessantes.

Valor de contrato: U$ 7M

Valor Garantido: U$2M

Bônus de assinatura: U$1,5M

Média de salário anual: U$3,5M

McDougald pode ajudar e muito em rotações da secundária.

 

 

Restrict Free Agent Tender:

Alguns jogadores que se destacaram ano passado, são free agents restritos. Isso significa que Seattle tem a opção de botar uma “tender”, uma espécie de franchise tag, nesses jogadores.

Três jogadores chamam a atenção pelo desempenho ano passado e são sérios candidatos a receber a Tender. Dion Jordan, Mike Davis e Justin Coleman.

Dion Jordan fez apenas 5 jogos, mas com desempenho muito bom, conseguindo 4 sacks. O jogador foi escolha de primeira rodada do Dolphins em 2013 e recebendo uma Original Round Tender, pode sair por U$ 1.9M e os times que tiverem interesse teriam que pagar uma escolha de primeira rodada para tê-lo.

Mike Davis também assumiu bem a responsabilidade no Seahawks. O jogador entrou e conseguiu desempenhar bem o papel de Running back 1, e conseguiu produzir algo atrás daquela linha ofensiva tenebrosa. O jogador foi escolha de quarta rodada do 49ers em 2015 e também pode acabar recebendo uma Original Round Tender, no valor de U$ 1.9M.

Justin Coleman assumiu o papel de nickel no Seahawks e não decepcionou. Teve boas participações e pode ser candidato a receber uma tender. O caso de Coleman é mais complicado. O jogador é Undrafted e caso receba a Original Tender, Seattle poderia apenas igualar a oferta das franquias interessadas, para evitar isso, a franquia teria que por uma Second Round Tender em Coleman, no valor de U$2.9M e quem quisesse contar com o jogador, teria que “desembolsar” uma pick de segunda rodada no draft de 2018.

 

Cortes:

Uma das partes mais chatas é o momento em que temos que falar dos cortes.  Cliff Avrill vem por anos jogando em bom nível em Seattle, porém, na última temporada, uma lesão bem seria colocou sua vida em risco e o futuro do jogador dentro dos campos da NFL em dúvida. A franquia deve estar acompanhando mais de perto a situação de Avrill e ter mais detalhes, mas ele é o candidato mais forte a ser cortado.

Avrill está no último ano de contrato e o corte dele economizaria pouco mais de U$7M em cap space, o que ajudaria e muito os Seahawks. Uma troca também seria possível, mas duvido muito que alguma franquia se arriscaria tanto.

Outro jogador que pode sair é Jeremy Lane. Desde que recebeu a renovação em 2016, nunca mais foi o mesmo do Super Bowl 49. O jogador vem sofrendo forte rejeição da torcida e novos ares poderiam fazer bem para a sua carreira. A troca é possível e seria a melhor opção para a franquia, mas o número de interessados deve ser bem pequeno.

O corte de Lane abriria U$4,75M em cap e essa quantia poderia ser reinvestida em renovações e adições na free agency. O dinheiro garantido que o Seahawks perderia seria em torno de U$ 2.5M

Outro jogador que deve estar na lista de cortes é John Ryan. O punter que está em Seattle desde 2009, vem em uma temporada bem abaixo de sua média e o contrato de U$ 3.2M pesa contra o jogador.

O corte de Ryan economizaria U$ 2M.  Cerca de 600 mil adicionais seriam possíveis em caso de corte após dia primeiro de junho.

 

Reestruturação de Contrato:

Richard Sherman é o principal candidato para uma reestruturação, ou possivelmente será trocado. O jogador vem de uma lesão séria no tendão de Aquiles e uma “raspagem” no mesmo tendão na outra perna. Seu valor de mercado obviamente caiu, mas os Seahawks pode procurar parceiros interessados em “aportar” o contrato do CB.

Primariamente, prefiro uma reestruturação curta com corte no salário e prorrogação do contrato por mais 2 anos (prorrogando o contrato até 2020, mas com liberdade para troca em 2019) .

Valor de contrato: U$ 34,5M

Valor Garantido: U$12,5M

Bônus de assinatura: U$8M

Média de salário anual: U$11,5M

 

Troca:

Michael Bennett vinha a alguns dias despertando o interesse de várias franquias. Segundo informações o Falcons enviaram uma proposta com uma escolha de 6ª rodada. O Eagles, atual campeão da NFL ofereceu mais e levou. Seattle receberá uma escolha de 5ª rodada, o WR Marcus Johnson e terá que ficar com o cap hit de 5.2M de Bennett. Com essa troca, Seattle economizará 2.2M.

Sherman é mais um. Como dito, seu cap hit é bem alto e caso não aceite um paycut, Seattle deve trocá-lo, o que pode ser difícil por causa da lesão e a franquia pode acabar tendo que dispensá-lo. Ambas as hipóteses são plausíveis.

Earl Thomas também pode estar nessa lista, mas a proposta por ele deverá ser muito boa, ou talvez fique em Seattle.

 

É difícil se despedir de tantos jogadores que gostamos e outros que tem criado empecilhos, mas a franquia deve seguir em frente e pensar no futuro.

 

Cap Savings:

Com todas essas medidas e números bem próximos desses, Seattle poderia à Free Agency com algo em torno de U$ 38M e poderia buscar um ou outro reforço.

Com as saídas de Bennett ,Avrill, Sherman, Lan e John Ryan a projeção é de que o Cap em 2019  seja de U$100M , sem contar com as situações de Chancellor e Earl Thomas.

 

 Alvos para a Free Agency:

Com um pensamento mais voltado para o ataque na free agency e um draft focado na defesa, Seattle poderá buscar preencher o máximo possível suas posições de necessidade. Esse draft ficará bem interessante quando soubermos o que acontecerá com Kam Chancellor.

Aqui estão alguns jogadores que pode ser visados pelos Seahawks nessa FA:

Andrew Norwell:

Norwell vem de uma temporada fantástica com os Panthers. O jogador cedeu pouquíssimas pressões e não cedeu sacks ao seu QB. O jogador se vende por si só e ele deve procurar um contrato acima dos U$11M.

Um contrato de 5 anos, garantiria um interior de linha ofensiva sólido e proteção ao seu  FQB, com um contrato bem extravagante.

Valor de contrato: U$ 60M

Valor Garantido: U$30M

Bônus de assinatura: U$12M

Média de salário anual: U$12M

O contrato proposto aqui é equivalente ao recebido por Kevin Zeitler na última temporada pelo Browns. Os números de contrato são o valor de mercado e vale o desempenho dentro de campo. Norwell certamente será um dos jogadores mais visados nessa free agency, mas Seattle poderá tentar persuadi-lo com a certeza de um time bem competitivo e a chance de mais um Super Bowl.

 

– Outros alvos mais baratos e que caso não consigamos o Norwell, poderiam ser bem aproveitados:

 

Tyler Eifert, TE, Bengals:

27 anos

Anos de contrato: 2

Valor de contrato: U$ 7M

Valor Garantido: U$2M

Bônus de assinatura: U$2M

Média de salário anual: U$3,5M

 

Austin Seferian-Jenkins, TE, Jets:

25 anos

Anos de contrato: 2

Valor de contrato: U$ 6M

Valor Garantido: U$2M

Bônus de assinatura: U$1M

Média de salário anual: U$3M

 

Alex Okafor, DE , Saints:

27 anos

Anos de contrato: 2

Valor de contrato: U$ 9M

Valor Garantido: U$3M

Bônus de assinatura: U$2M

Média de salário anual: U$4,5M

 

Justin Pugh , OG/OT, Giants;

27 anos

Anos de contrato: 4

Valor de contrato: U$ 28M

Valor Garantido: U$10M

Bônus de assinatura: U$6M

Média de salário anual: U$7M

 

Josh Sitton, OG, Bears;

31 anos

Anos de contrato: 2

Valor de contrato: U$ 12M

Valor Garantido: U$4,5M

Bônus de assinatura: U$4M

Média de salário anual: U$6M

 

Josh Kline, OG, Titans;

28 anos

Anos de contrato: 3

Valor de contrato: U$ 30M

Valor Garantido: U$11M

Bônus de assinatura: U$6M

Média de salário anual: U$10M

 

Cameron Fleming, RT, Patriots;

25 anos

Anos de contrato: 4

Valor de contrato: U$ 20M

Valor Garantido: U$6M

Bônus de assinatura: U$3,5M

Média de salário anual: U$5M

Donte Moncrief, WR, Colts;

24 anos

Anos de contrato: 4

Valor de contrato: U$ 16M

Valor Garantido: U$5M

Bônus de assinatura: U$3,5M

Média de salário anual: U$4M

 

 

Draft:

O draft de 2018, assim como boa parte do planejamento do Seahawks para esta nova temporada, vem com uma série de complicações. Em 2017, Seattle preferiu angariar o máximo de picks no draft, trocando a sua pick 26 pela 31 com o Falcons e posteriormente caindo para o início da segunda rodada em uma troca com o 49ers e também com o Jaguars, terminando com a 35ª escolha.

Com as trocas realizadas, Seattle conseguiu um maior número de picks durante o draft, selecionando os jogadores os quais eles queriam. Porém fatores adversos complicaram o planejamento do Seahawks. Malik McDowell que foi escolhido na 35ª posição, sofreu um acidente de quadriciclo na offseason, que pode ter encerrado sua carreira antes mesmo de começar.

Seattle também esperava uma melhora relativa na linha ofensiva, já que George Fant estava treinando durante toda a offseason com o lendário Walter Jones e eles puderam observar progresso durante a pré-temporada. Porém, mas uma vez o planejamento do Seahawks foi atrapalhado. Fant sofreu um rompimento do tendão de Aquiles e acabou fora da temporada.

Com duas baixas em posições que eles acreditavam ser importantes, Schneider se viu obrigado a se movimentar, principalmente quanto a linha ofensiva, para preencher as deficiências do elenco.

Sheldon Richardson em uma troca com Jets e Duane Brown em uma troca com o Texans, fizeram o Seahawks perderem sua escolha de segunda e terceira rodadas do draft de 2018 e os resultados não foram tão satisfatórios.

Com um hiato de dois rounds e aparentemente inerte no segundo dia do draft, Schneider já se mostrou bem aberto em trocar sua escolha de primeira rodada para preencher esse vazio e mesmo procurar trocar jogadores para que esse “buraco” seja preenchido.

Com as poucas notícias durante a offseason com relação a trocas de escolhas de draft o único ponto que podemos ponderar é as possibilidades que temos de trocas para recuperar parte dessas picks e aumentar nosso poder aquisitivo durante o NFL Draft 2018.

Atualmente a situação das picks de Seattle é a seguinte:

Round 1:

18

-Round 4:

120

-Round 5:

141 (Via Texans -> Duane Brown)

 146 (Via Raiders -> Marshawn Lynch)

147  ( Eagles via Seahawks -> Michael Bennet)

168  (Via Patriots -> Cassius Marsh)

-Round 7:

226 (Via Jets -> Sheldon Richardson)

248 (Via Vikings -> Tramaine Brock)

250 (Via Patriots -> Cassius Marsh)

 

Vamos lá. Algumas dessas hipóteses são bem difíceis, para não dizer utópicas, mas vale a conjectura para visualizarmos todos os cenários possíveis.

 

  • A primeira hipótese e a bem mais razoável, é a tentativa dos Bills em subir no draft para conseguir algum jogador no qual eles tenham interesse. O Bills hoje tem as escolhas de número 21 e 22. A queda de algum QB que interesse à franquia no draft, pode beneficiar o Seahawks a conseguir um bom valor.

– Bills recebe:

First Round, pick 18;

 

– Seahawks recebe:

First Round, pick 21;

Third Round, pick 96;

 

Essa troca é boa para ambos, Seattle consegue uma pick de terceira rodada e o Bills sai com seu jogador. No Draft Chart Value (valor das picks de draft), Seattle sairia com um ganho de 16.6 pontos ( 18 – 900 pontos , 21+96 – 800+116.6 pontos), o que seria uma perda aceitável para o Bills.

 

  • A segunda hipótese, agora um pouco mais difícil, é a do Carolina Panthers subir no draft por um WR. Essa hipótese é mais difícil pelo simples fato de que a posição não tem um “preço” tão alto assim e quase sempre é possível conseguir bons valores posteriormente. Porém, se o Panthers se apaixonarem por algum prospecto, eles podem fazer esse movimento.

– Panthers recebe:

First Round, pick 18;

-Seahawks recebe:

First Round, pick 24;

Thrid Round, pick 85;

 

Essa troca é vantajosa para Seattle. A pick 24 ainda possibilitaria outras trocas. No valor das picks, Seattle teria um “lucro” de 5 pontos (18-900, 24+85 – 740+165).

 

  • Hipótese extremamente remota, mas o Cleveland Browns tem além de duas escolhas no primeiro round, três no segundo, uma no terceiro, duas no quarto e assim adiante. São muitas escolhas e nesse momento o Browns precisa mais de qualidade do que de quantidade, já que tem um Cap de mais de U$ 100M.

Baker Mayfield, Roquan Smith, Darwin James, Denzel Ward, Arden Key, entre outros nomes, podem causar desejo da franquia, que dentro do número de picks que possui no draft, não sofreria grande perda.

Browns recebe:

First Round, pick 18;

Fifth Round, pick 168;

– Seattle recebe:

Second Round, pick 33;

Second Round, pick 64;

Fifth Round, pick 159;

 

Conclusão:

Seattle precisa de um planejamento dividido em três etapas:

  1. Ajuste no Cap Space;
  2. Gastos pontuais e certeiros na free agency;
  3. Recuperar picks no draft e preencher as necessidades;

Mike Silver, um dos jornalistas mais respeitados da NFL, disse que Seattle planeja basicamente montar o time ao redor de Russell Wilson, o que é obvio, já que o jogador vem de temporadas sensacionais e mostrou-se capaz de comandar a franquia. Pelo lado da defesa, Wagner será o pilar dessa reconstrução, ou seja, ninguém é inegociável a não ser os dois.

Se todas as mudanças comentadas aconteceram e com corte de Chancellor em 2019, Seattle terá (sem contar com contratos feitos esse ano e contratações) certa de U$110M em cap e isso, pode dar muito poder de fogo à Russell Wilson.

Claro que falar é mais fácil do que fazer, mas Seattle tem um bom front office, que tem boa experiencia e vai saber lidar com a situação, ou pelo menos, vai ter que saber lidar.

Várias novidades estão por vir nas próximas semanas e veremos como Schneider e sua equipe vão reagir a essa situação adversa no Seahawks.

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